“Os Estados Unidos são a locomotiva do mundo”. A afirmação é do coordenador de Desenvolvimento de Novos Produtos da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Juarez Leal. Para ele, apesar da crise econômica, o país ainda tem mercados promissores e o Brasil deve expandir suas exportações.
Se tomarmos como base os números, não tem como discordar do executivo. Somente em 2010, os norte-americanos compraram do mundo mais de US$ 1,9 trilhão em mercadorias e, até 2008, despontavam como o principal destino das exportações brasileiras, tendo sido superado pela China em 2009. “O país é um grande mercado consumidor, tanto por conta de seu tamanho, como também pelo tamanho da sua população – que deve atingir 332 milhões de pessoas em 2015 – e de seu poder aquisitivo”, afirma Leal. Vale lembrar, ainda, que em 2010, o PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos foi de US$ 14,6 trilhões e, para o biênio 2011-2012, as previsões indicam taxas positivas de crescimento do PIB per capita, que no ano passado foi de U$ 47.284.





