Tendo em vista as notícias veiculadas recentemente na mídia sobre carregamento de lixo hospitalar importado por uma empresa do pólo têxtil de Santa Cruz do Capibaribe, Pernambuco, a Hamburg Süd divulgou uma nota em que esclarece que a carga foi apresentada para transporte em um contêiner carregado e lacrado pelo exportador americano.
A informação sobre o conteúdo do contêiner é declarada pelo exportador às alfândegas americana e brasileira, bem como ao transportador marítimo. Portanto, a informação sobre a natureza da carga é feita de forma oficial às autoridades e ao transportador, o qual de boa-fé recebe o contêiner lacrado para embarque. No caso desse transporte especificamente, foi informado de que se tratava de retalhos e sobras de tecido. O embarcador, em nenhum momento, fez menção a resíduos hospitalares, impedindo assim que o transportador tomasse conhecimento do real conteúdo. Assim, vimos a público reafirmar que a Hamburg Süd possui uma política rigorosa impedindo expressamente o transporte de carga de natureza proibida, tal como lixo hospitalar. Além disso, somos constantemente auditados por órgãos internacionais e temos certificação ambiental (ISO 14001) e de qualidade (ISO 9001). Por tudo isso, não transportamos cargas proibidas, banidas ou mesmo contaminadas, e definitivamente não compactuamos com qualquer comportamento ilegal. Informamos ainda que a empresa está colaborando efetivamente com as autoridades brasileiras no caso em questão.
A empresa ficou surpresa ao receber a multa do IBAMA, pois no mundo inteiro a responsabilidade por verificar o conteúdo declarado cabe às autoridades de cada país, em especial à alfandegária. Nesse evento, as autoridades agiram rapidamente e contaram com todo o apoio necessário da empresa para que o caso se esclarecesse o mais rápido possível.
De acordo com as regras do comércio global, o armador é, inclusive, proibido de violar o contêiner sob pena de multa, assim como um carteiro é proibido de abrir uma carta no meio do caminho entre o remetente e o destinatário.
A Hamburg Sud opera há 140 anos no Brasil e cumpre rigorosamente todas as regras alfandegárias deste País e continuará à disposição das autoridades para o esclarecimento deste caso e também para evitar futuros acontecimentos semelhantes.
Hamburg Süd desconhecia conteúdo dos contêineres
Nota à imprensa aponta esclarecimento da empresa..Leia Mais






A investigacao deve ser completa, e isso inclui investigar a participacao ou nao do armador, a responsabilidade das autoridades alfandegarias, alem de forte investigacao ao exportador e importador. Este tipo de investigacao deve deixar claro quem sao os envolvidos responsaveis e quem sao de certa forma vitimas. O ponto negativo e sempre que as autoridades preocupam-se primeiro em multar todos sem apurar de quem e a verdadeira responsabilidade. Uma pequena que nada mais funcione tao bem e rapido quando as autuacoes dos orgaos brasileiros.
Este processo é um monte de absurdos.
1)Absurdo do Exportador e Importador em embarcar lixo hospitar.
2)Absurdo que o Armador soubesse o que contem, alem do que o exportador informou. Será que o armador pode deslacrar todos os containers que vão a bordo do navio para constatar se realmente é o material declarado? Parece piada.
3)Absurdo em multar armador da forma que foi feita. Sem investigação se houve conivencia do armador.
4)Aburdo maior é a gente ver novos casos de lixo hospitar acontecendo.
5) Absurdos e absurdos de gente sem escrupulo e da fiscalização equivocada e ineficaz.
agora imaginem se fossem multar os Correios pelas drogas que importam dentro de cartas; as cartelas com LSD que vêm de Amsterdam ou ainda se iriam multar os Correios Americanos pelas caixas com anthrax destinadas ao congresso americano,
pois é, é a mesma coisa. o container é entregue lacrado, coberto por um documento preenchido pelo exportador, que diz “said to contain”, ou seja, diz conter tal mercadoria. o armador, em boa fé, aceita a descrição.
imagina um armador que carregue 3 milhoes de containers por ano e tenha que investigar cada um deles. seria a mesma coisa que fazer os carteiros investigarem o conteudo de cada carta;