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Movimentação de embarcações / navios
fundeados e atracados
| Guia nº 436 |
Editorial Ceticismo necessário No momento em que muito se fala da retomada no setor de transporte maritimo, é preciso relativizar as informações, de forma a colocar em perspectiva as sucessivas análises produzidas pelo mercado. Notícias recentes dão conta de que já faltam contêineres para os embarques a partir da Ásia - notadamente em razão das exportações chinesas, robustecidas pela desvalorização do yuan. Esse cenário tem ensejado discursos de que o setor já estaria livre dos efeitos mais deletérios da crise. Não é bem asssim. A prestigiada consultoria Drewry, baseada no Reino Unido, divulgou relatório apontando que o atraso nos embarques (causado, entre outros fatores, pela escassez de contêineres) pode estar dissimulando o verdadeiro ritmo de retomada da demanda pelo transporte. De acordo com a empresa, parte desse volume refere-se a operações previamente programadas e que foram retardadas pela falta de equipamentos, uma vez que no pico da crise mundial os armadores retiraram unidades de circulação com o claro objetivo de equilibrar a equação produção de contêineres x demanda, garantindo o mínimo de lucro. Não há dúvida de que o transporte marítimo está se recuperando do tombo que levou no final de 2008, amargando perdas que totalizaram US$ 22 bilhões em 2009. A própria projeção da Drewry é de que o tráfego global de contêineres cresça 8,5% neste ano - índice, diga-se, não tão significativo frente ao resultado do setor em 2008. Portanto, convém manter ceticismo diante de prognósticos otimistas por demais. Allink lança novo serviço LCL entre Japão e Brasil Dragagem de Cabedelo é iniciada Wallenius Wilhelmsen Logistics destaca importância do mercado sul-americano Coscol reforça presença em Roterdã Vendas internas de veículos crescem 5% |