Queda na receita por container
Os maiores armadores de containers do mundo continuam enfrentando redução dos valores de fretes marítimos no primeiro trimestre de 2016
Os maiores armadores de containers do mundo continuaram enfrentando redução dos valores de fretes marítimos no primeiro trimestre de 2016. A receita por Teu da gigante dinamarquesa Maersk Line, por exemplo caiu de US$ 1,417 mil em janeiro a março de 2015 para US$ 1,053 mil no mesmo intervalo deste ano. Já a receita da CMA CGM caiu de US$ 1,297 mil no primeiro trimestre de 2015 para US$ 1,068 mil.
Na Hapag Lloyd, a queda na mesma base de comparação foi de R$ 1,410 mil para US$ 1,207 mil. Em todos os casos a receita por Teu no primeiro trimestre de 2014 foi maior que em 2015. Na Hanjin a receita por Teu foi de US$ 1,648 mil em 2015 para US$ 1,187 mil em 2016.
A derrubada dos fretes deriva do excesso de capacidade ociosa no transporte marítimo, após a corrida da indústria da navegação por navios cada vez maiores, muitos dos quais saíram dos estaleiros num cenário de queda de demanda de volumes de alguns mercados — como, mas não apenas, o do Brasil.
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