VLI renova contratos no Pecém

Como operadora, companhia atende três clientes no porto cearense; volume movimentado em 2019 cresceu 18%

A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, terminais e portos, renovou os contratos de prestação de serviços firmados com três clientes atendidos no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, no litoral oeste do Ceará. A empresa já movimenta carvão para as termelétricas EDP, Eneva e a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) – essa última também recebe minério de ferro – desde 2016. Os acordos que venceriam em 2021 foram renovados até 2027.

Com mais 200 profissionais próprios e cerca de 150 terceiros, a VLI recebe os navios, garante a manutenção das máquinas e atua no desembarque dos insumos que são enviados diretamente para as unidades industriais por correias transportadoras. Após assumir a operação, a empresa registra aumento nos volumes.

Em 2019, a operação da VLI no Pecém movimentou oito milhões de toneladas, um volume 18% maior do que o registrado no ano anterior. Essa marca representa mais de 44% de todas as cargas movimentadas no terminal portuário no período. Para este ano, a expectativa é positiva. “Esse resultado e os novos contratos referenciam o amadurecimento da nossa operação, a credibilidade alcançada junto aos clientes e demonstram a expertise da VLI no serviço logístico portuário”, destaca Denilson Fernandes, gerente geral de Operações Portuárias Nordeste da VLI.

Para o gerente geral comercial da VLI, Asley Ribeiro, a renovação antecipada evidencia o potencial da parceria com os clientes e com o Complexo do Pecém no longo prazo. “Esse é um passo importante para continuar contribuindo com a logística no Estado e demonstra nosso interesse em fomentar novas oportunidades de negócios no Ceará”, pontua.

"A VLI, como nossa operadora especializada na movimentação de granéis sólidos, tem como missão atender três das maiores indústrias do Complexo de Pecém: uma siderúrgica e duas termoelétricas. E somente no ano passado movimentou um volume que atingiu 8 milhões de toneladas. É um desafio que a empresa assumiu e que atende com competência", afirma Waldir Sampaio, diretor-executivo de Operações do Complexo do Pecém.

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