Brado fecha 2025 com energia 100% renovável e avanço em metas ambientais
A Brado Logística encerrou 2025 com 100% do consumo de energia elétrica proveniente de fontes renováveis e avanços em diferentes indicadores ambientais. A companhia também reduziu em 16% o consumo total de energia em relação ao ano anterior, em um movimento que combina eficiência operacional e metas de descarbonização.
A migração para energia limpa foi viabilizada pela contratação de fornecedores no Mercado Livre de Energia com certificação I-REC, que comprova a origem renovável da eletricidade consumida nas operações. A medida faz parte de uma estratégia mais ampla da empresa para incorporar sustentabilidade a áreas da rotina corporativa que nem sempre estão associadas a essa agenda.
Entre os fatores que contribuíram para a redução do consumo está a adoção de novos servidores de TI, com maior eficiência energética. Segundo a empresa, os equipamentos consomem cerca de 97% menos energia do que os modelos anteriores e praticamente não emitem calor, o que reduz a necessidade de climatização.
Na gestão de resíduos, a Brado informou ter reduzido em 19% o volume destinado a aterros sanitários na comparação com 2024. No mesmo período, 5,8 mil toneladas foram encaminhadas para reciclagem ou reaproveitamento, reforçando a tentativa de ampliar a circularidade de sua operação.
O modelo multimodal da empresa também foi apontado como um ativo ambiental relevante. De acordo com a Brado, a operação evitou aproximadamente 306,5 mil toneladas de emissões de gases poluentes de clientes ao longo de 2025, volume equivalente às emissões anuais de cerca de 66 mil automóveis.
A companhia também superou a meta prevista para o Índice de Desempenho Ambiental, metodologia própria usada para avaliar terminais e áreas sob responsabilidade operacional. O indicador fechou 2025 em 92,15%, acima da meta de 88,42%, com base em auditorias ambientais realizadas nos terminais próprios e nas áreas operacionais.
A executiva de ESG da Brado, Camila Matte, afirmou que o compromisso da empresa é combinar práticas sustentáveis com eficiência operacional e revisão contínua de processos. No setor logístico, o resultado reforça a tendência de que metas ambientais deixaram de ser apenas discurso e passaram a integrar a gestão de desempenho.
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