DHL Supply Chain reforça frota no Brasil com 75 caminhões Mercedes-Benz voltados a operações de saúde
A DHL Supply Chain selecionou caminhões Mercedes-Benz para ampliar e renovar sua operação de transporte de cargas no Brasil, com foco principal em demandas do mercado de saúde. A empresa adquiriu 25 unidades do cavalo mecânico Actros 2045 e, ao longo de 2025, também incorporou 40 caminhões semipesados Atego 2429 6x2 e 10 leves Accelo 1117.
Os veículos foram comercializados pelo concessionário Pirasa, de Campinas (SP). Segundo a DHL Supply Chain, os Atego mais recentes saíram de fábrica em dezembro já na cor amarela tradicional da companhia, como parte da padronização visual da frota.
Padronização e tecnologia na operação
De acordo com Esteban Kinjo Escobar, diretor sênior de Transporte da DHL Supply Chain, as aquisições ampliam a padronização da frota própria. “Com essas aquisições, cerca de 300 caminhões da nossa frota própria são Mercedes-Benz, um parceiro local e global da DHL, o que nos traz o benefício da padronização de boa parte da frota”, afirmou.
Ele também citou a adoção de veículos com tecnologia BlueTec 6, voltada ao atendimento da norma Proconve P8 (Euro 6), como um dos pontos positivos do pacote de renovação, mencionando ganhos percebidos em consumo, eficiência e tecnologia embarcada.
Renovação de frota e agenda ambiental
A DHL Supply Chain relaciona a renovação de frota com caminhões menos poluentes a investimentos voltados às suas operações de transporte para a indústria de saúde. Na prática, a atualização de veículos tende a apoiar rotas mais previsíveis e reduzir paradas não planejadas — um ponto sensível para cadeias que exigem controle operacional mais rigoroso.
Outro fator citado pela empresa na decisão foi o suporte de pós-venda, incluindo disponibilidade de peças e atendimento em rede de concessionários. “O atendimento de peças, os serviços dos concessionários e o suporte aos motoristas asseguram uma maior eficiência”, disse Escobar.
O que diz a Mercedes-Benz
Pela Mercedes-Benz do Brasil, Jefferson Ferrarez, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões, afirmou que a escolha envolve critérios técnicos e operacionais avaliados pelo cliente. A fabricante também atribuiu a decisão a fatores como confiabilidade, eficiência e rentabilidade na operação — pontos frequentemente considerados em frotas dedicadas a cargas de maior valor agregado.
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