Rhenus Logistics sobe no ranking de rotas Ásia–Brasil e amplia atuação no marítimo e no aéreo

A Rhenus Logistics informou que ganhou posições em rankings de desempenho nas principais rotas que conectam o Brasil a hubs globais, com avanço no transporte marítimo e aéreo. Segundo a empresa, a companhia subiu da 58ª para a 12ª posição na rota China–Brasil e da 66ª para a 13ª colocação no trade lane Ásia.

De acordo com a Rhenus, o resultado está ligado ao fortalecimento da operação local desde 2023, com expansão comercial em regiões consideradas estratégicas, aumento de parcerias com armadores e ampliação de capacidade para cargas FCL e LCL. “Nos últimos dois anos, intensificamos nossa presença comercial em regiões estratégicas, fortalecemos parcerias com armadores e ampliamos nossa capacidade operacional para FCL e LCL”, afirmou Bruna Ventura, Managing Director da Rhenus Logistics no Brasil.

A empresa atribui o desempenho a decisões de portfólio e de rotas orientadas por dados e inteligência de mercado, além de contratos com companhias marítimas e reforço de equipes especializadas. A Rhenus afirma que essa estratégia tem buscado estabilidade operacional e crescimento de market share, com foco em posicionamento de longo prazo.

No modal aéreo, a Rhenus afirma que adotou uma estratégia de diversificação geográfica para reduzir concentração e mitigar riscos diante da volatilidade das cadeias globais. Segundo a empresa, a companhia lidera a rota Miami–Vitória e ocupa a segunda posição no trecho Miami–Florianópolis.

A Rhenus também destaca a operação combinada dos aeroportos de Vitória (VIX) e Viracopos (VCP). De acordo com a companhia, VIX tem sido utilizado como ponto de entrada para cargas de alta tecnologia e operações com regimes fiscais, enquanto VCP atua como alternativa para segmentos como high-tech e automotivo.

Outro ponto citado pela empresa é a operação de programas de consolidação no Miami Gateway, com capacidade dedicada e armazém próprio a 1,5 km do aeroporto. Segundo a Rhenus, o modelo integra cargas de origem asiática e busca garantir custo, tempo de trânsito e estabilidade de capacidade.

“Construímos um modelo que combina inteligência regional, estrutura global e especialização setorial”, disse Ventura. A executiva afirmou ainda que a ambição da companhia é estar entre os principais players do mercado brasileiro nos próximos anos.



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