Companhias marítimas optam por rotas alternativas para evitar ataques no Canal de Suez
A região do Canal de Suez e Mar Vermelho está enfrentando uma crise significativa devido a ataques a navios, levando grandes companhias de navegação, como MSC, Maersk e Hapag Lloyd, a suspenderem operações. A situação foi agravada por incidentes recentes, incluindo o ataque ao navio MSC PALATIUM III no Mar Vermelho, resultando em danos e retirada do serviço.
Navios da Maersk relataram encontros perigosos com projéteis, enquanto fontes anônimas do Departamento de Defesa dos EUA mencionaram um possível impacto de míssil balístico em um navio da Hapag Lloyd. Apesar dos danos limitados, a resposta foi imediata, com as companhias optando por evitar a passagem pelo Canal de Suez, redirecionando algumas rotas pelo Cabo da Boa Esperança.
Os ataques, atribuídos aos rebeldes Houthi com apoio do Irã, são provavelmente relacionados ao conflito entre Hamas e Israel na Faixa de Gaza. Embora as companhias inicialmente tenham optado por pausar e derivar fora do estreito, a MSC indicou uma mudança mais permanente na rota.
A interrupção pode afetar os horários de navegação, mas a rota alternativa é considerada viável. Evitar escalas menos importantes pode reduzir significativamente os tempos de viagem. Apesar do impacto marginal no inventário disponível, as preocupações com segurança marítima persistem na região, afetando países como Egito, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.
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