Samsung E&A inicia obras de planta de amônia de baixo carbono nos Estados Unidos
A Samsung E&A, fornecedora global de soluções integradas para a indústria de energia, deu início às obras do projeto Wabash Low-Carbon Ammonia, nos Estados Unidos.
O empreendimento será construído em Terre Haute, no estado de Indiana, e contará com uma planta de amônia de baixo carbono capaz de produzir 500 mil toneladas de amônia por ano, além de capturar aproximadamente 1,67 milhão de toneladas de CO2 anualmente. O projeto é considerado estratégico em nível nacional e recebe financiamento do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE), do Ministério de Terras, Infraestrutura e Transportes da Coreia do Sul e do Ministério do Clima, Energia e Meio Ambiente.
Em outubro do ano passado, a Samsung E&A assinou com a Wabash Valley Resources um contrato no modelo EPF (Engineering, Procurement and Fabrication) no valor aproximado de KRW 680 bilhões, o equivalente a cerca de US$ 475 milhões. A conclusão do projeto está prevista para 2029.
Para a execução da planta, a empresa coreana irá aplicar sua ampla experiência no desenvolvimento de unidades de amônia, aliada a tecnologias diferenciadas que envolvem digitalização, inteligência artificial, automação e soluções modulares. A Samsung E&A também atuará em cooperação direta com a cliente e com a parceira tecnológica Honeywell UOP, visando garantir eficiência operacional e desempenho ambiental ao longo de todo o projeto.
A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla da Samsung E&A voltada à diversificação de soluções energéticas e à transição para uma economia de baixo carbono. A companhia vem investindo no desenvolvimento de tecnologias e projetos ligados a amônia, combustível sustentável de aviação (SAF), LNG, captura de carbono e hidrogênio, acumulando recentemente contratos relevantes em mercados como Malásia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, América do Norte e Estados Unidos.
Segundo Hong Namkoong, presidente e CEO da Samsung E&A, o projeto simboliza a cooperação estratégica entre Coreia do Sul e Estados Unidos. “Estamos muito satisfeitos em conduzir um projeto tão significativo entre os dois países. Seguiremos expandindo novos modelos de negócios focados em soluções energéticas diversificadas e de baixo carbono para o futuro”, afirmou o executivo.
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