TCP recebe Selo Ouro no Programa GHG Protocol
Reconhecimento confirma compromisso do Terminal com futuro mais sustentável para operação portuária
A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, recebeu o grau máximo de reconhecimento no Programa GHG Protocol, iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade FGV (FGVces) e a World Resources Institute que atesta o compromisso de organizações em publicar o inventário completo de emissões de gases de efeito estufa (GEE).
A conquista do Selo Ouro confirma que a TCP adota os mais elevados padrões de quantificação e reporte para emissões, em alinhamento às melhores práticas internacionais, e que o inventário elaborado foi reconhecido por Organismo de Verificação acreditado pelo Inmetro. “O inventário de emissões é um instrumento fundamental para a empresa identificar oportunidade para melhorar processos e investir em descarbonização. Por isso, a obtenção do Selo Ouro reforça a transparência do Terminal e evidencia a evolução contínua da TCP em sua estratégia de sustentabilidade”, comenta Kayo Zaiats, superintendente de meio ambiente da TCP.
A nova certificação recebida pelo Terminal também representa um passo importante para atingir uma meta da companhia, que é a de receber o selo diamante do Pacto pela Sustentabilidade do Ministério de Portos e Aeroportos. A iniciativa reconhece o comprometimento de empresas e instituições do setor logístico com as metas de sustentabilidade da Agenda 2030, como redução das emissões de gases de efeito estufa e a implementação de programas sociais e ambientais.
“Nos últimos cinco anos, a TCP implementou uma série de medidas que reduziram as emissões de gases de efeito estufa em cerca de 40% por contêiner movimentado. Passamos de cerca de 20,4 quilogramas de gás carbônico emitidos por contêiner de 20 pés movimentado (TEU) para aproximadamente 12,20 quilogramas entre 2022 e 2025”, explica Zaiats.
Entre as principais iniciativas adotadas pela TCP desde 2021 estão o compromisso de adquirir energia elétrica totalmente proveniente de fonte renováveis, garantindo à empresa o certificado I-REC (Certificado Internacional de Energia Renovável, na sigla em inglês) pelo quinto ano consecutivo; a substituição de parte da frota de ônibus a diesel e de empilhadeiras de pequeno porte do armazém de importação para equipamentos elétricos; e a execução de um projeto piloto para eletrificar três guindastes pórticos (RTG) do pátio de operações.
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