No atual cenário da logística brasileira, modais são penalizados singularmente por entraves
Falta de integração de dados na importação e exportação trazem morosidade, retrabalho e elevam custos
Os entraves são conhecidos: infraestrutura precária em todos os modais, burocracia que provoca morosidade na operação, além de onerá-la, a concentração de cargas em determinados pontos do país, sobrecarregando as etapas de distribuição, entre várias outras dificuldades típicas do país e de algumas outras regiões do continente.
Para Gustavo Paschoa, diretor comercial e de vendas da Panalpina Brasil, agrega-se a isso a falta de integração de dados entre as diversas fases dos processos, seja na importação ou na exportação que além de trazerem morosidade e retrabalho, levam ao aumento de custos. “A estrutura de Tecnologia de Informação a serviço do comércio internacional penaliza exportadores e importadores”, diz.
Para ele, cada modal em sua característica é penalizado singularmente pelos entraves que, porém, ressalta que a “burocracia e o intenso número de órgãos intervenientes na dinâmica do comércio internacional são comuns à logística de transporte de cargas de forma geral”.
Enxergando um 2016 diferente de 2015, Paschoa aponta que os diferenciais dos operadores serão determinantes entre crescer, encolher ou se manter estável. “Na Panalpina, nós entendemos que é neste momento que devemos focar nossos esforços em inovação, trazendo novos serviços e novas soluções aos clientes. Além disso, foco no trabalho e coragem para tomar decisões necessárias é o que fez, faz, e sempre fará a diferença”.
Segundo ele, vivemos tempos desafiadores, com margens de lucratividade mais apertadas e recursos mais escassos que exigem um controle cada vez mais detalhado dos custos operacionais. “Esta é uma grande oportunidade para aqueles operadores logísticos que têm expertise e recursos para oferecer a gestão de ponta a ponta. Este é o caso da Panalpina”, finaliza.
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