VLI registra maior movimentação mensal de grãos e farelos da história com 2,96 milhões de toneladas em abril
A VLI, companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, registrou em abril o maior volume mensal de grãos e farelos transportados em sua história. As ferrovias onde a empresa opera movimentaram 2,96 milhões de toneladas no período, resultado 3,5% superior ao recorde anterior, registrado em março de 2025. Nos portos, o volume embarcado chegou a 1,99 milhão de toneladas, crescimento de 0,5% na mesma base de comparação.
O desempenho consolida um ciclo de expansão que já havia marcado 2025 como ano recorde para a companhia. No acumulado do ano passado, as ferrovias da VLI transportaram 23 milhões de toneladas de grãos e farelos, alta de 16% sobre 2024, enquanto os portos embarcaram 15,4 milhões de toneladas, crescimento de 14% na comparação anual.
O resultado de abril ganha relevância por superar marcas recentes em um segmento onde os volumes já vinham em trajetória ascendente. Entre os fatores apontados pela empresa estão a habilitação de novas rotas conectadas aos corredores de exportação, a expansão da presença na cadeia de farelos e a criação de soluções para otimizar o recebimento de cargas.
Gabriel Fonseca, gerente geral de grãos da VLI, atribuiu o novo recorde à evolução da performance operacional e aos avanços no modelo de atendimento aos clientes ao longo do primeiro semestre.
A VLI opera com três corredores logísticos principais para grãos e farelos. O Corredor Sudeste conecta o Centro-Oeste à Baixada Santista por meio da Ferrovia Centro-Atlântica. O Corredor Leste liga o Triângulo Mineiro aos portos de Vitória, no Espírito Santo, integrando a mesma ferrovia à Estrada de Ferro Vitória a Minas. O Corredor Norte conecta regiões produtoras do Centro-Norte aos portos do Maranhão, combinando o tramo norte da Ferrovia Norte-Sul, a Estrada de Ferro Carajás e terminais integradores posicionados ao longo da rota.
A diversidade de corredores permite à companhia atender fluxos de diferentes origens produtoras e destinos de exportação, reduzindo a dependência de um único eixo logístico e ampliando a capilaridade do sistema ferroviário no escoamento da safra brasileira.
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