Braskem batiza navio Blissful Future e amplia frota de transporte de nafta

A Braskem realizou nesta quarta-feira, 26 de agosto, a cerimônia de batismo do navio Blissful Future, na China, marco que oficializa a incorporação de mais uma embarcação à frota de navios de nafta da Braskem Trading & Shipping (BT&S).

Com a nova unidade, a companhia passa a operar três embarcações no segmento de transporte de líquidos: Blooming Future, Beautiful Future e Blissful Future. A frota será ampliada com a entrega do Bold Future, prevista para janeiro de 2027, completando uma série de quatro navios. A Braskem opera ainda os gaseiros Brave Future e Brilliant Future, destinados ao transporte de etano.

O batismo integra o projeto Seas of the Future, iniciativa da companhia voltada à expansão e modernização de sua frota marítima. Segundo Hardi Schuck, responsável pelo projeto, a chegada do Blissful Future reforça o compromisso da Braskem com a eficiência logística, o aumento da competitividade e a redução das emissões associadas ao transporte marítimo global.

O Blissful Future tem 228 metros de comprimento e capacidade de carga de aproximadamente 89.500 metros cúbicos. As novas embarcações da série foram projetadas para reduzir em cerca de 30% as emissões de CO₂e em comparação à média da frota atualmente operada pela companhia.

Entre os recursos que sustentam essa eficiência estão um motor principal de alta eficiência, apto para uso de biocombustíveis, além de sistemas voltados à redução de poluentes: o Scrubber, que reduz emissões de óxidos de enxofre, e o SCR, que mitiga óxidos de nitrogênio. O navio conta ainda com pintura de ultrabaixo atrito no casco, sistemas VFD e soluções de propulsão como o Pre-Swirl Duct e o Twisted Rudder, que contribuem para otimizar o desempenho da navegação e reduzir o consumo de energia.

Os navios da classe LR1, categoria à qual pertence o Blissful Future, têm papel estratégico no transporte de nafta para as operações industriais da Braskem, atendendo à rota entre a costa do Golfo dos Estados Unidos e o Brasil. Quando a série de quatro embarcações estiver completa, a expectativa é que ela seja capaz de movimentar entre 40% e 50% da demanda de importação de nafta da companhia.



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