Porto do Açu e OceanPact assinam LOI para expansão de área

O Porto do Açu e a OceanPact assinaram nesta quinta-feira (24) uma Carta de Intenções para ampliar a área ocupada pela empresa no complexo industrial e portuário de São João da Barra, no Rio de Janeiro. O acordo foi firmado durante a feira ROG.e, no Rio de Janeiro, e prevê o reforço da infraestrutura de apoio à cadeia de petróleo e gás na região.

Pelo termo, a OceanPact recebe de forma imediata cerca de 27 mil m² adicionais à área atual de 45 mil m² que já ocupa no Açu. O documento também garante à empresa o direito de preferência para incorporar mais 60 mil m², incluindo cerca de 100 metros de acesso ao canal. Com a expansão projetada, a companhia poderá implantar até 300 metros de cais privativo destinado ao atendimento de embarcações de apoio e serviços offshore.

A OceanPact está presente no Porto do Açu desde 2014 e utiliza a infraestrutura do complexo como base para operações de resposta a emergências ambientais, suporte marítimo e serviços subsea.

Para João Braz, diretor de Terminais e Logística do Porto do Açu, a parceria amplia as possibilidades de desenvolvimento do complexo. Segundo o executivo, a decisão da OceanPact de aumentar sua presença reforça a capacidade do Açu de oferecer infraestrutura e flexibilidade a empresas que precisam crescer conforme a evolução de suas demandas.

Erik Cunha, CCO da OceanPact, afirma que a parceria com o Porto do Açu se consolida progressivamente e permite a expansão das atividades da empresa para atender à demanda crescente do setor. Para o executivo, o projeto amplia a capacidade operacional da companhia e reforça a posição do Açu como hub portuário e logístico.

Localizado em frente à Bacia de Campos, o Porto do Açu abriga a maior base de apoio offshore do mundo e atende toda a cadeia de óleo e gás, da exploração ao descomissionamento de plataformas. O complexo responde por mais de 30% das exportações brasileiras de petróleo e tem liderado iniciativas de transição energética no setor marítimo, com projetos de eletrificação de atracadouros, testes com combustíveis de baixa emissão e reciclagem sustentável de embarcações.



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