Entidades do setor portuário cobram ações contra restrições de navegabilidade em Itajaí-Navegantes

Cinco entidades representativas do setor portuário e da cadeia logística nacional, a Associação de Terminais Portuários Privados, a Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres, a Associação Brasileira dos Terminais Portuários, a Centronave e a Federação Nacional das Operações Portuárias, manifestaram à Agência Nacional de Transportes Aquaviários, à Secretaria Nacional de Portos e à Codeba preocupação com as atuais restrições de navegabilidade no Complexo Portuário de Itajaí-Navegantes.

Segundo o documento enviado pelas entidades, as limitações têm comprometido a segurança das operações, a previsibilidade logística e a competitividade do comércio exterior brasileiro no complexo, um dos principais polos portuários do país.

As entidades apontam que as limitações de profundidade do canal de acesso, somadas às restrições operacionais determinadas recentemente pela Autoridade Marítima, reforçam a necessidade de monitoramento contínuo das condições de navegabilidade, da manutenção das profundidades de projeto e de maior transparência na divulgação das informações operacionais aos agentes que atuam no complexo.

No documento, as associações defendem a adoção imediata de medidas para restabelecer a plena capacidade operacional da região e reiteram que a continuidade do processo de concessão do canal de acesso é condição para viabilizar investimentos considerados estruturantes, entre eles o aprofundamento do canal, a ampliação da bacia de evolução, a retirada do casco do navio Pallas e a execução do novo molhe de Navegantes.

As entidades solicitam ainda uma agenda urgente com os órgãos competentes para a definição de um plano de ação conjunto, com foco na segurança da navegação, na previsibilidade operacional e na manutenção da competitividade do complexo portuário.





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